Cláudio Humberto http://www.claudiohumberto.com.br/ PODER, POLÍTICA E BASTIDORES EM TEMPO REAL pt-BR © Todos os direitos reservados. G1 > Brasil http://www.claudiohumberto.com.br/novosite/img/titulo/poderpoliticabastidoresemtemporeal.jpg http://www.claudiohumberto.com.br COLUNAS DOS JORNAIS [COLUNAS DOS JORNAIS] PT, 98 O Partido dos Trabalhadores completou ontem 32 anos de idade, mas com corpinho de 98.

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Sat, 11 Feb 2012 00:00:00 -0200
COLUNAS DOS JORNAIS [COLUNAS DOS JORNAIS] Sem clima Após mal-estar causado pelo presidente da Câmara, Marco Maia, que desafiou o Planalto, a votação do Fundo de Previdência Complementar do Servidor (Funpresp) ficará para depois do carnaval.

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Sat, 11 Feb 2012 00:00:00 -0200
COLUNAS DOS JORNAIS [COLUNAS DOS JORNAIS] Marimbondos de fogo Réu no processo do mensalão, o deputado João Paulo Cunha (PT-SP) confia que o colega Protógenes Queiroz (PcdoB-SP) obterá do combalido presidente da Câmara, Marco Maia, a votação da CPI da Privataria em março, revolvendo também a falida CPI do Banestado.

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Sat, 11 Feb 2012 00:00:00 -0200
COLUNAS DOS JORNAIS [COLUNAS DOS JORNAIS] Sub-consciente Na posse da ministra de Mulheres, Dilma errou outra vez nome do governador do DF, Agnelo Queiroz (PT). Chamou-o de “Agnelo Rossi”. Quando esteve presa em São Paulo, o cardeal era Agnelo Rossi.

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Sat, 11 Feb 2012 00:00:00 -0200
COLUNAS DOS JORNAIS [COLUNAS DOS JORNAIS] Mobilização na AGU Os Advogados da União de todo o País realizam mobilização no dia 21 de março em Brasília. Não falam em greve ainda, mas querem ser recebidos pelo Ministério do Planejamento para abrir negociação.

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Sat, 11 Feb 2012 00:00:00 -0200
COLUNAS DOS JORNAIS [COLUNAS DOS JORNAIS] Falastrão desocupado O coronel golpista que preside a Venezuela, Hugo Chávez, quer vir ao Brasil visitar Dilma e Lula para criar uma “conferência de vitoriosos contra o câncer”. Poderia aproveitar e pagar o que deve à Petrobras.

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Sat, 11 Feb 2012 00:00:00 -0200
COLUNAS DOS JORNAIS [COLUNAS DOS JORNAIS] Boeing: tudo pelos caças A americana Boeing topou vender seus caças F-18 ao Brasil pelo mesmo preço de 2009, com prejuízo de 12%, informa a Reuters, após os Rafales da francesa Dassault retomarem a mira no Brasil. O preço final não foi revelado, nem se falou em transferência de tecnologia.

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Sat, 11 Feb 2012 00:00:00 -0200
COLUNAS DOS JORNAIS [COLUNAS DOS JORNAIS] Ordem unida Dilma convocou reunião do colégio de líderes governistas. Ela só quer falar, não quer ouvir, avisou Ideli Salvatti (Relações Institucionais), até para não ouvir o coro dos descontentes. A reunião será terça às 10h.

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Sat, 11 Feb 2012 00:00:00 -0200
COLUNAS DOS JORNAIS [COLUNAS DOS JORNAIS] Fuzileiros estão prontos Um batalhão da Polícia Militar em Barra do Piraí (RJ) se amotinou ontem, enquanto a Marinha colocava os Fuzileiros Navais de prontidão para atuar no Rio de Janeiro ou no Espírito Santo, se for necessário.

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Sat, 11 Feb 2012 00:00:00 -0200
COLUNAS DOS JORNAIS [COLUNAS DOS JORNAIS] Esquentou Só não saiu fogo na reunião de Dilma e empreiteiras da transposição do rio São Francisco porque lá fora a temperatura já era um fogaréu.

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Sat, 11 Feb 2012 00:00:00 -0200
COLUNAS DOS JORNAIS [COLUNAS DOS JORNAIS] Não deu trela<br /> Lado a lado na posse da nova ministra de Políticas para as Mulheres, a presidenta Dilma mal olhou para o presidente da Câmara, Marco Maia.

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Sat, 11 Feb 2012 00:00:00 -0200
COLUNAS DOS JORNAIS [COLUNAS DOS JORNAIS] Péssimo estado Aos 52 anos, Brasília nunca teve sua malha viária revitalizada. Basta uma chuvinha para os buracos tomarem conta das pistas.

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Sat, 11 Feb 2012 00:00:00 -0200
COLUNAS DOS JORNAIS [COLUNAS DOS JORNAIS] BNDES poderá<br /> financiar asfalto<br /> novo em Brasília O governo do DF recebeu carta branca do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, para revitalizar o asfalto no Plano Piloto, área central de Brasília, com dinheiro financiado pelo banco. Em reunião com Coutinho, no Rio de Janeiro, o vice-governador Tadeu Filippelli acertou de apresentar uma carta-consulta ao BNDES solicitando o financiamento. O valor do projeto é estimado em R$ 250 milhões.

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Sat, 11 Feb 2012 00:00:00 -0200
COLUNAS DOS JORNAIS [COLUNAS DOS JORNAIS] ...duas medidas O ex-ministro Helio Costa (PMDB) levou a disputa ao segundo turno, em Minas, mas permanece no limbo, desprezado pelo governo Dilma.

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Sat, 11 Feb 2012 00:00:00 -0200
COLUNAS DOS JORNAIS [COLUNAS DOS JORNAIS] Dois pesos... Expressão máxima do fisiologismo do PT-SP, Aloizio Mercadante perdeu eleição no primeiro turno, e já ocupa seu segundo ministério.

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Sat, 11 Feb 2012 00:00:00 -0200
COLUNAS DOS JORNAIS [COLUNAS DOS JORNAIS] Derrota premiada O PT de São Paulo, o mais fisiológico, perde todas as disputas majoritárias, mas controla a maioria dos cargos no governo.

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Sat, 11 Feb 2012 00:00:00 -0200
COLUNAS DOS JORNAIS [COLUNAS DOS JORNAIS] Palanque pobre A preocupação do PMDB tem a ver com a eleição municipal deste ano: sem espaço no governo, os candidatos do partido terão dificuldades.

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Sat, 11 Feb 2012 00:00:00 -0200
COLUNAS DOS JORNAIS [COLUNAS DOS JORNAIS] PT supera o PMDB<br /> em fisiologismo<br /> e racha base A ganância do PT por cargos no governo federal, aproveitando-se dos índices de aprovação da presidenta Dilma, está rachando a base aliada no Congresso. Onze dos principais ministérios foram entregues ao PT-SP. O PMDB se queixa de que foram transferidas para o PT algumas das suas posições mais importantes, como o Ministério da Saúde, por exemplo. Indóceis, os peemedebistas estão ameaçando uma rebelião.

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Sat, 11 Feb 2012 00:00:00 -0200

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[<br /> <b>Notice</b>: Undefined index: G in <b>/home/storage/e/fe/43/claudiohumberto1/public_html/rss/index.php</b> on line <b>47</b><br /> ] DO FUNDO DA MEMÓRIA (final) Quem realmente mandava

 

                                               Quase 50  anos nos separam de 1964, não propriamente o ano em que o Brasil se dividiu, porque dividido já estava, mas o ano da ruptura explícita do país  em duas metades.  O diabo é que duas metades artificiais,  falsas,  levadas ao confronto desnecessário por força das circunstâncias e, mais do que delas, por maliciosa manobra das elites econômico-financeiras  nacionais e internacionais.

                                               Porque até hoje vende-se a impressão de que  a partir de 1964 o Brasil  rachou  entre civis e militares, estes usurpando o poder e impondo a ditadura, aqueles vilipendiados,  afastados de cena e condenados, primeiro, ao marasmo, depois   à discordância,  e, desta  à resistência e à vitória,  21 anos depois, com o afastamento das Forças Armadas da cena política.

                                               Na verdade,  não foi nada disso, ou isso expressou apenas a casca enganadora de um conteúdo muito diferente.

                                               Porque tanto a sociedade civil quanto a militar tinham e tem a mesma origem e o mesmo destino. Formam uma só unidade.    Pensam igual e possuem objetivos idênticos.   No caso, a preservação da nação,  de nossa  soberania e de nosso   território.   A presença do Estado como agente regulador das relações econômicas e sociais, fator  maior da distribuição da igualdade entre a população. Mais ainda, a  construção de uma realidade mais equânime e projetada para o futuro. A distribuição da riqueza nacional em termos solidários.

                                               Era  isso o que pretendiam  os civis  depostos pelos  militares, como foi isso o que perseguiram  os militares que depuseram os civis.

                                                   Fala-se do povo. Porque foram as  elites as responsáveis pela ilusória e trágica  divisão cultivada até hoje, inflada  pela truculência com que os militares se comportaram, tanto quanto  pela irresponsabilidade anterior ou a reação posterior,  muitas vezes desmedida,  com que certas parcelas do poder civil reagiram.  O que  menos importa, hoje, é saber quem nasceu  primeiro,  se o ovo ou a galinha.

                                               Na verdade, era e é outra,  a verdadeira  divisão que as referidas elites buscaram e buscam ocultar.   Utilizaram  os militares, quarenta anos atrás,  como as mãos do gato,  para tirar as castanhas do fogo.  Hoje,  utilizam a  sociedade civil, que rotulam de  libertária,  para obter os mesmos fins. Quais? A satisfação de seus interesses, a preservação de seus privilégios  e a concentração de  renda cada vez maior,  em suas mãos. A prevalência de uma casta de ricos cada vez mais  ricos e de uma massa sempre maior de descartáveis premidos pela indigência, o desemprego, a fome e  a miséria.  Civis e militares.    

                                                   Por ironia, foram os militares que, no poder,  ainda conseguiram preservar as linhas mestras de nossa existência   como nação. Como  foram os civis que, ultrapassando  a ditadura, viram-se  enganados e ludibriados, obrigados a aceitar   o  modelo cruel que nos assola cada vez mais, neoliberal, globalizante ou o que seja, responsável pela nossa débacle como   sociedade independente e    organizada.

                                               Tremerão as elites no  dia em que o Brasil  conseguir quebrar a casca desse confronto anterior,  real e justificável pela  argumentação dos dois lados.   Estará desfeito o muro que nos separa, artificialmente mantido como forma de alimentar a ambição e os privilégios das minorias responsáveis pelo aumento da indigência, do desemprego, da fome e da miséria.

                                               Eleito pela indignação diante de tamanha  farsa, o governo Lula encontra-se iludido por essas  mesmas elites,   responsáveis pela preservação do modelo que há anos nos assola, feito de falsas verdades absolutas como a de que não  poderia ser diferente,  já que a inflação alcançaria patamares insustentáveis, o dólar chegaria à estratosfera, o risco-Brasil nos sufocaria e os investimentos externos desapareceriam – levando-nos à desagregação.  É mentira. A desagregação está aí  mesmo, expressa  no objetivo oculto que nos vem sendo imposto.     A quebra da soberania,   a alienação do  patrimônio público, a transformação do trabalhador em apêndice desimportante do processo econômico, a perda sistemática do poder aquisitivo dos salários, a supressão dos direitos sociais, a prevalência do setor  especulativo sobre o setor produtivo, a avidez do capital-motel que chega de tarde, passa a noite a vai embora de manhã,  depois de haver estuprado um pouco  mais nossa economia, a transformação do Brasil em mero exportador de riqueza,  mais do que  necessária ao nosso desenvolvimento, a submissão aos ucasses internacionais – tudo isso e muito mais continuam  alimentados pelos esqueletos do passado.  

                                                        Mudará tudo no  dia em que civis e militares se conscientizarem de estar sendo enganados e vilipendiados pela quadrilha neoliberal e dita globalizante, mesmo ao  preço da cicatrização de feridas anteriores.

                                                        Haverá que encerrar estas desimportantes considerações como preliminar para  os quase cinqüenta  anos da eclosão do movimento militar, em 2014.   Provavelmente  surgirão condenações dos dois lados. Dos militares, julgando-se ofendidos pelo reconhecimento dos excessos que seus antecessores  praticaram. Dos civis,  que sofreram e sentem-se no direito de cobrar reparações até o fim dos tempos.   Paciência, o passado  não se deu ao trabalho de passar para ser esquecido. Não  nos dirá o que  fazer,  mas precisamente o contrário.  Sempre  mostra, o  passado, aquilo  que devemos evitar.   Coisa  que até agora não conseguimos, por força de quantos pretendem impedir o futuro. (final)

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Sat, 11 Feb 2012 00:00:00 -0200
PODER SEM PUDOR [PODER SEM PUDOR] Brincadeira entre amigos Lula, deputado, e Jair Meneghelli, presidente da CUT, seguiam para Brasília no mesmo avião, no tempo de serviço de bordo decente, com talheres inox. Jair almoçou e dormiu. Lula resolveu brincar: meteu os talheres no bolso do amigo. Chamou a comissária e entregou. Ela o cutucou, pediu os talheres e Meneghelli voltou a dormir. No desembarque, a aeromoça-cúmplice cobrou:
- O senhor poderia devolver a taça, por favor?
- Que taça?
- Esta que está no bolso de seu paletó...
Lula havia colocado a taça do vinho no bolso de Meneghelli, que só percebeu a pegadinha ao ver Lula gargalhando na pista do aeroporto.

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Sat, 11 Feb 2012 00:00:00 -0200