(Do site Brasil 247) - O Banco do Brasil promoveu um strike inédito em sua diretoria. Foi uma mudança agressiva que derrubou vários diretores. Caíram, nessa mexida, algumas das mais importantes lideranças da instituição, como o diretor de marketing, Armando Medeiros, o diretor da controladoria, Renato Donatello Ribeiro, e o diretor de gestão de riscos, Paulo Roberto Evangelista de Lima. Medeiros, que era querido em Brasília, administrava um orçamento de R$ 240 milhões. Donatello, entre outras atribuições, validava o balanço do banco. Evangelista avaliava todos os negócios da instituição. Este movimento ousado, que não foi discutido com a presidente Dilma Rousseff, é reflexo da intensa guerra interna que havia na instituição. De um lado, a trinca formada pelo presidente Aldemir Bendine e dois vice-presidentes: Paulo Rogério Caffarelli e Ricardo Oliveira. De outro, o grupo que tentava resistir. Ricardo Oliveira, próximo ao ministro Gilberto Carvalho, tem sido o grande artífice das mudanças na maior instituição financeira do País.
O alemão Dieter Erhard Fritzchen Stieleke foi extraditado nesta sexta (27) ao Brasil. Ele tem 57 anos e foi condenado por tráfico de pessoas para exploração sexual. Stieleke vem direto do México para cumprir pena de cinco anos e seis meses na Bahia. A Justiça Federal do estado condenou o alemão em 2010 pelo crime. Segundo o Ministério da Justiça, esta é a primeira vez que esse tipo de extradição acontece no país. A extradição foi possível graças a um tratado internacional entre Brasil e México.
O presidente da Ordem dos Advogados de Goiás, Henrique Tibúrcio, entregou na última quarta (25) um projeto de lei para o secretário da Casa Civil do Estado, Vilmar Rocha, que prevê a quitação de precatórios com imóveis públicos. A proposta é da Comissão de Precatórios e Credores Públicos da seccional. “A presente proposta tem por justificativa suprir as necessidades do Estado e órgãos vinculados para redução gradativa das dívidas insertas em Precatórios Judiciais”, disse Tibúrcio. Segundo ele, caso aprovada, a medida não vai onerar os cofres públicos e diminuirá o tempo final de quitação.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, resolveu incluir na pauta de julgamentos da Corte uma ação que prevê limitar os poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O julgamento está previsto para quarta (1º) e marcará a estréia de Rosa Weber no plenário. Desta forma, o tribunal vai definir se confirmam ou não a liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio. Na época, a decisão dele foi que o CNJ só poderia iniciar uma investigação contra magistrados depois de os tribunais locais terem terminado de apurar as suspeitas.
O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), viajou para a Alemanha sem repassar o cargo a sua vice, deputada Rose de Freitas (PMDB-ES). Segundo o site Bahia Notícias, o ato fere o regimento interno da Casa e ele nem sequer informou à Rose que se ausentaria. Maia está fora do país desde o último domingo (22). “Estou pasma”, disse a deputada ao saber que ele havia viajado. Segundo ela, há uma combinação entre os dois de não viajarem na mesma época a fim de não deixar a Casa sem comando. ”Eu sei das responsabilidades que eu tenho. A Casa tem que ter um funcionamento, tem que ter pessoas responsáveis”, disse. O Código de Ética da Câmara prevê processo por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética para deputados que não seguem as normas internas.
1988. Autódromo de Jacarepaguá. Ayrton Senna senta-se ao cockpit do McLaren que o levaria ao título mundial daquele ano, o primeiro dos três que conquistou em sua vitoriosa carreira de tri-campeão. A Honda era a fornecedora dos motores que impulsionavam o carro de Senna. Vinte anos depois, é a vez do jovem piloto Bruno Senna, sobrinho de Ayrton, tentar a sorte na Fórmula Um.
Como foi – Ayrton esteve em Brasília algumas vezes para a cerimônia de descida da rampa, no governo Collor. Numa delas, trouxe Bruno, que é filho de sua irmã Viviane com o empresário paulistano Flávio Lalli, falecido num acidente de moto, em 1996. Ela preside o instituto e a fundação que leva o nome do tri-campeão e já foi apontada pela revista Time e pela CNN como uma das líderes do início desse terceiro milênio. Bruno acaba de assinar contrato para correr pela Williams nesse ano Quando era menino acompanhava o tio também nas corridas de kart. Orlando Brito.
O senador Mário Couto (PSDB-PA) foi denunciado, em ação civil pública, sob acusação de envolvimento em um suposto esquema de desvio de recursos da Assembleia Legislativa do Pará entre 2003 e 2007, período em que foi presidente da Casa. O Ministério Público do Pará, que ajuizou a ação nesta quinta (26), pede o bloqueio dos bens do senador e que ele e outros 15 acusados devolvam R$ 2,3 milhões aos cofres públicos. O suposto esquema consistia em fraude na folha de pagamento do Legislativo, com a contratação de servidores-fantasmas. Informação do jornal Folha de São Paulo.
A capital paulista está com 27 regiões em estado de atenção para deslizamentos e uma em alerta para enchente, em consequências das chuvas que atingem a região nos últimos dias. Segundo a Defesa Civil municipal, todas as subprefeituras da cidade estão em estado de atenção para deslizamentos, com exceção das regiões da Sé, Mooca, Pinheiros e Vila Mariana. Já a região de São Miguel Paulista está em alerta para enchente.
O Ministério do Esporte informou que já prestou todos os esclarecimentos ao Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o processo de licitação para contratar empresa que fabricará uniformes para o Programa Segundo Tempo. Segundo a nota, o ministério aguarda decisão final do TCU para concluir a licitação para a compra de 8,12 milhões de camisetas e 4 milhões de bermudas. Na última quarta (25), o TCU informou que manterá a decisão de suspender a licitação, realizada pelo ex-ministro Orlando Silva, que deixou o ministério após denúncias de corrupção. O relator do caso, ministro Marcos Bemquerer Costa, aponta indício de uma série de irregularidades na concorrência. Segundo Bemquerer, o excesso de exigências fez com que 11 empresas interessadas fossem inabilitadas e a proposta vencedora, da empresa Capricórnio, custasse R$ 16 milhões a mais em relação à segunda colocada. Conforme publicado nesta Coluna em outubro de 2011, a Capricórnio, que faz parte do que o mercado chama de "Máfia da Mooca”, é muito influente. Na licitação do Fundo de Desenvolvimento da Educação, concorrentes foram desclassificadas por razões risíveis e a Capricórnio ganhou dois contratos lotéricos, de R$ 43,2 milhões. As 5,7 milhões de mochilas escolares vendidas pela empresa ao governo de São Paulo teriam saído até 73% mais caras que as similares vendidas pelo mesmo grupo, em licitação datada de 2008.
O ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, comparecerá à Polícia Federal em Brasília, na próxima semana, para prestar depoimento sobre a Operação Caixa de Pandora. Segundo nota divulgada à imprensa, ele se apresentará espontaneamente, independente de intimação da PF, "pois é o principal interessado em esclarecer todos os pontos da referida investigação". Arruda não compareceu ao depoimento de ontem (26) à Polícia Federal por estar fora da cidade, atendendo a problemas de saúde na família, situação que foi comunicada por seus advogados ao delegado e oficiais de Justiça. Os advogados informaram ainda, que Arruda não chegou a tomar conhecimento da audiência e nem do que nela seria tratado.
O presidente da OAB do Rio de Janeiro (OAB-RJ), Wadih Damous, participa na próxima terça (31), em Brasília, de ato público que o Conselho Federal da entidade promove contra o esvaziamento dos poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para processar e julgar questões ético-disciplinares envolvendo magistrados. Além de Damous, vão participar os presidentes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Raymundo Damasceno Assis, e da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), jornalista Maurício Azedo, além de juristas, parlamentares e dirigentes de entidades da sociedade civil. Para Damous, o fato tornaria o CNJ um órgão praticamente inútil. Veja abaixo a entrevista completa:
P- Por que é importante que o STF mantenha o poder do CNJ de punir magistrados corruptos:
R- A competência do CNJ para processar juízes na esfera disciplinar é concorrente com as corregedorias estaduais. Todos sabemos que, tradicionalmente, as corregedorias agem com exagerado corporativismo no julgamento dos seus pares, o que sempre gerou uma percepção de impunidade. Portanto, é fundamental, para o bem do próprio Judiciário, que o CNJ não tenha os seus poderes esvaziados.
P- Caso o STF decida acompanhar a liminar do ministro Marco Aurélio , qual o futuro do CNJ?
R- O fato tornaria o CNJ um órgão praticamente inútil. O poder de punir disciplinarmente juízes em desvio de conduta é o principal dos poderes do CNJ.
P- Por que proliferam denúncias de corrupção no Judiciário?
R- A maioria esmagadora dos juízes e servidores do Judiciário é honesta. O problema é que, dos três poderes, o Judiciário é o mais fechado e infenso a controles e à prestação de contas à sociedade. Só que nele, como em qualquer outra corporação, existem os que praticam irregularidades. Se atentarmos bem, o número de casos é reduzido. O que amplifica essas denúncias é a resistência de boa parte da magistratura a dar satisfações e a ser investigada.
P- Por fim, qual o papel da OAB neste momento de crise no Judiciário?
R- Cabe à Ordem o papel de defesa do bom funcionamento das instituições públicas. Com firmeza e serenidade a OAB deve defender o fortalecimento do CNJ e cobrar o imediato esclarecimento dos graves fatos que envolvem o Judiciário ultimamente, sobretudo as chamadas "movimentações atípicas" que teriam sido praticadas por magistrados e/ou servidores.
Agentes de saúde e endemias de Fortaleza anunciaram a paralisação das atividades na manhã desta sexta (27) durante protesto na avenida Pontes Vieira, próximo a sede da Secretaria de Administração do Município (SAM). De acordo com os manifestantes é exigido o reajuste de 33% no salário, pois a Prefeitura de Fortaleza concedeu apenas 3%. A categoria também exige a antecipação da data base - o período do ano em que patrões e empregados se reúnem para repactuar os termos dos seus contratos coletivos de trabalho - e a administração da Prefeitura aceitou o pedido, e estão em negociação com os agentes de saúde e com todos os servidores da Prefeitura de Fortaleza. De acordo com o secretário da SAM, Vaumik Ribeiro, o salário pago aos servidores é o melhor comparado a outras capitais do país. Informação do Diário do Nordeste.
Está por um fio a candidatura à presidência da Câmara do líder do PMDB, Henrique Alves (RN), com a metralhadora giratória que ele acionou na tentativa de manter o aliado Elias Fernandes diretor-geral do Dnocs, órgão de combate à seca. Ele desafiou a presidenta Dilma a “brigar com o PMDB”, apesar do caráter pessoal da causa inglória, e ainda queimou pontes com outros partidos, ao defender a demissão de ministros do PT e do PSB antes que seu protegido fosse defenestrado.
Henrique Alves falou em nome de todo o partido, no desafio a Dilma, mas nem mesmo a bancada que ele lidera apoiou suas palavras.
No twitter, Henrique Alves apontou ministros na fila das demissões: Fernando Bezerra (PSB), Fernando Pimentel e Paulo Bernardo (PT).
Henrique Alves mirou no PT do ministro das Comunicações e alvejou também uma adversária poderosa: a mulher dele, Gleisi Hoffmann.
A jornalistas, em dezembro, o atual presidente da Câmara, Marco Maia, afirmou que o apoio à eleição de Alves era questão “em aberto” no PT.
Após o cancelamento do edital de licitação para o Trecho 5 da transposição do rio São Francisco, cujo valor é estimado em R$ 750 milhões, o secretário de Infraestrutura Hídrica do Ministério da Integração, Augusto Wagner Padilha, deve mesmo ser demitido. A ele são atribuídos “jabutis” no edital que favoreceria empresas do Paraná e do DF. O cancelamento foi ordenado pelo Tribunal de Contas da União.
Por ordem da Casa Civil do Planalto, o novo edital sofrerá alterações para desfazer suspeitas de direcionamento.
Augusto Wagner Padilha está em férias, por isso ainda não caiu. Volta na próxima semana, início de fevereiro, e deve receber o “bilhete azul”.
O secretário Padilha vai para casa “voluntariamente”, assim como o diretor-geral do Dnocs deixou o caro “em função da reestruturação”.
O presidente da Transpetro, Sergio Machado, com a corda no pescoço, aproveitou o acidente de vazamento do óleo em Tramandaí (RS) para mostrar serviço. Até se mandou para a cidade gaúcha. Mas o TCU está de olho na contratação de serviços de emergência a preços abusivos.
Até alguns amigos de Edison Lobão (Minas e Energia) o imaginavam no exterior, talvez porque sabem que ele merece uma pausa, mas do ministro continua no batente, em seu gabinete de Brasília.
O medo de vaia, igual à Lula no Maracanã, em 2007, afasta Sérgio Cabral das ruas do Rio, desde a enchente do ano passado. Até sexta ele acompanhava pelo telefone o resgate das vítimas do desabamento.
Do deputado Osmar Terra (PMDB-RS) sobre a briga de Henrique Alves para manter o diretor do Dnocs, “O PMDB não pode só ficar disputando carguinhos. Cargos têm de estar vinculados a uma política nacional”.
Se Dilma quiser saber o que pensam militares da ativa e da reserva, deve perguntar ao general Augusto Heleno. Mesmo na reserva, é ele quem lidera. É mais admirado pela tropa que os comandantes militares.
Nobel de Literatura, Mario Vargas Llosa recusou de novo a presidência do Instituto Cervantes, porque precisa escrever. Lula, que não escreve nem lê, não recusaria um honoris causa do Instituto. Não dá ideia...
EUA e União Eupeia reúnem a turma mais implicante do planeta, segundo o ditadorssauro de Cuba, Fidel Castro, por condenarem a morte do preso político Vilmar Villar. Bonzinho mesmo é o Brasil…
O Ministério do Esporte terá de colocar de molho projeto para comprar camisetas e bermudas aos estudantes do Programa Segundo Tempo. A licitação para adquirir os uniformes, feita pelo ex-ministro Orlando Silva, continua suspensa pelo TCU por indícios de irregularidade.
Se a Luiza já voltou do Canadá, quando a Yoani sai de Cuba?
De Dinarte Mariz aos jornalistas Carlos Castello Branco e Murilo Melo Filho:
- Eu vetara a candidatura de Aluízio Alves ao governo do Rio Grande do Norte, quando ouvi do marechal Castelo Branco, no Planalto, a advertência:
- “Lá no seu Estado, segundo estou informado, quem tem votos é o dr. Aluízio.”
- Não seja por isto, presidente. Se fosse só por ter voto, quem devia estar sentado aí era Juscelino (Kubitscheck), que tem muitos votos, e não o senhor, que não os tem.

Simplesmente repugnante, um deboche, a cena apresentada na mídia, onde o governador do Rio Grande do Sul, ex-Ministro da Justiça, aparece dando as boas vindas ao terrorista Battisti ao forum que acontece no estado. Para que servem estes tais foruns?

Quando Dilma fará um “governo Dilma”?

"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei.
No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei.
No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei.
No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."
Martin Niemöller, 1933